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Curso de Sommeliers em Recife
Mudança climática modifica períodos de elaboração do vinho!                       

Vinho: estudo demonstra que o aquecimento global eliminou a fase da seca, o que já provocou mudanças na elaboração do vinho.

Londres - A mudança climática alterou um dos períodos fundamentais na elaboração do vinho em regiões da França e Suíça, o que pode causar uma variação no tempo e nas técnicas de produção, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela revista "Nature".
A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia (EUA), apresenta uma prova a mais de que o aumento das temperaturas em nível global está afetando os sistemas biológicos e a agricultura de uma maneira muito local.

Os autores lembram que vários fatores influenciam na elaboração de bons vinhos, como a variedade da uva, as práticas de vindima, a localização do vinhedo e a qualidade da terra e, certamente, o clima, cujas variações a cada ano têm uma grande incidência.
Em algumas regiões francesas e suíças, especialmente aquelas com temperaturas relativamente mais baixas do que outras zonas vinícolas, os melhores anos são os que desfrutam de primaveras de abundantes chuvas, seguidos por verões excepcionalmente calorosos e de uma última etapa de seca.

Quando ocorrem todas estas circunstâncias, a uva amadurece mais rapidamente e os agricultores têm uma colheita antecipada em zonas vinícolas reconhecidas como a Alsácia, Champanhe, Borgonha e Languedoc.
No entanto, este estudo demonstra que o aquecimento global eliminou praticamente da citada equação a fase da seca, o que já provocou mudanças em técnicas centenárias de elaboração do vinho.

Os especialistas explicam que o tempo da vindima é marcado pela temperatura registrada no ano e seu aumento nas últimas três décadas antecipou progressivamente a data das colheitas no mundo todo, desde Austrália e Califórnia até América do Sul e Europa.
Na França, onde são feitos registros há 400 anos, sabe-se que a vindima se antecipou em duas semanas desde a década de 80, aponta a pesquisa, que contou com a colaboração da Universidade de Sonoma (Califórnia) e de Harvard (Massachusetts).

Apesar da mudança climática, estas regiões mais frias seguiram produzindo vinhos de grande qualidade com uvas da variedade "Pinnot Noir" e "Chardonnay", mas se o termômetro continuar subindo, podeam ser obrigadas a recorrer ao tipo de fruta usado em zonas mais quentes, a modificar suas técnicas tradicionais e, inclusive, a mudar para outros vinhedos.
"Embora haja gente ainda cética com relação à mudança climática, ninguém é na indústria vinícola. Todo o mundo acredita nisso porque vivem a cada ano. Está aqui, é real, não vai desaparecer", garantiu Liz Thach, da Universidade Estadual de Sonoma.

Para este estudo, os cientistas analisaram dados climatológicos do passado e presente século, assim como registros vinícolas tomados desde 1600, e constataram que nas citadas regiões da França e Suíça as vindimas antecipadas sempre ocorreram após uma temporada de temperaturas mais altas do que a média e de uma última etapa de seca.
Em condições normais, a evaporação da umidade desprendida pela terra contribui para esfriar a superfície do terreno, mas a seca reduz essa condensação e provoca o aquecimento da zona cultivada.
Até há cerca de 30 anos, os vinhedos não alcançavam a temperatura necessária para conseguir uma vindima antecipada sem a "ajuda" da fase de seca.

Desde então, o aquecimento global elevou as temperaturas estivais e já não é necessário esperar até a última etapa de amadurecimento da uva para realizar sua coleta.
Em toda França, por exemplo, a temperatura subiu em torno de 1,5 grau centígrado durante o século XX, uma tendência de alta, advertem, que se mantém no novo milênio.
Por enquanto, as citadas regiões continuaram elaborando grandes vinhos, já que "um bom ano continua sendo um ano caloroso", destacou Elizabeth Wolkovich (Harvard).
No entanto, a autora lembrou que 2003, o ano da vindima mais antecipada já registrada (um mês antes), não produziu vinhos excepcionais, "o que pode indicar para onde nos dirigimos".
"Se as temperaturas seguirem subindo -acrescenta- os vinhedos não serão capazes de suportá-la para sempre".

FONTE: REVISTA EXAME

Sommeliers em Pernambuco
Associação dos Sommeliers de Pernambuco
Como começar uma coleção de vinhos em 201 7- e por quê!                      


Vinhos: vinhos não são só para quem tem uma conta bancária recheada.

Talvez você tenha perdido interesse por causa dos números dos leilões (“uma caixa de Romanée-Conti arrematada por US$ 59.000!”) e pense que coleções de vinhos são para aquele 1 por cento mais rico da população.
Mas não, os vinhos não são só para quem tem uma conta bancária recheada.
 
Apesar de uma grande inflação nos preços ter atingido grand cru e o premier cru da Borgonha, ainda há itens colecionáveis de pouco destaque para quem está começando ou tentando decidir o que fazer com o bônus deste ano.
 
Eis o que você precisa saber:
 
Tenha um plano!
 
Sim, por favor. Como muitas amantes de vinho, eu comecei a esmo, esbanjando em um punhado de vinhos tintos premiados, e acabei com uma mistura desorganizada de garrafas e caixas em um canto do porão.
Desde então, eu me tornei sistemática em relação a meu estoque, que está envelhecendo tranquilamente.
 
Há vários motivos para colecionar. Por exemplo, é prático ter vinhos finos à mão, assim você não precisa correr no último minuto em busca de boas garrafas para um jantar especial.
E você economiza muito comprando os melhores produtos quando eles são jovens e estão baratos -- para envelhecê-los por conta própria -- em vez de pagar preços inflados por exemplares raros e maduros.
 
Embora a maioria dos itens seja produzida para ser consumida em meses, os melhores tintos têm um sabor melhor depois de envelhecidos pelo menos alguns anos, uma década ou até mais.
Os taninos nervosos dos vinhos amadurecem e os sabores frutais evoluem em camadas de complexidade terrosa que compensam o tempo de espera para bebê-los. (Vários vinhos brancos, preservados pela alta acidez, também melhoram com o passar do tempo).
 
Siga seu gosto!
 
Comprar vinho é como comprar obras de arte, com a exceção de que você precisa consumir pelo menos parte deles em algum momento para desfrutar. Por isso, escolha algo que você goste.
 
Os únicos vinhos que de fato valem a pena colecionar são aqueles que você realmente gosta de tomar. Está pensando no potencial de investimento? Lembre-se de que o vinho não é tão líquido (trocadilho acidental) quanto as ações e de que não há garantias de que os preços por suas garrafas subirão a níveis gloriosos quando você quiser vender.
Experimente antes de comprar!

Compre uma garrafa para provar antes de comprar uma caixa.
 
Mas eu não aconselharia a compra de mais de duas caixas de um mesmo vinho.
 
O motivo? O gosto dos colecionadores evolui. Já vi antigos fanáticos do cultuado cabernet liquidarem caixas e caixas em um leilão para poderem esbanjar em sua nova paixão, o Burgundy.
 
Pense no armazenamento!

Não tem sentido manter vinhos finos parados em uma estante elegante na cozinha. Infelizmente, já vi muitos tintos caros exibidos como objetos de decoração serem destruídos aos poucos por temperaturas altas demais (o ideal é mantê-los a uma temperatura estável de 12 graus Celsius) ou porque a baixa umidade secou as rolhas.
Invista em uma unidade com temperatura controlada, mantenha um inventário daquilo que você compra e não se esqueça de listar tudo em seu seguro em caso de queda de energia.

Consiga um vendedor confiável!

Comprar de um vendedor confiável, ou diretamente de uma vinícola, é melhor do que correr para um leilão, pelo menos quando você está começando.
E não se deixe seduzir por preços que são bons demais para ser verdade. A loja californiana Premier Cru ofereceu ofertas incríveis em vinhos Bordeaux de classe cru e agora está sendo processada por clientes furiosos que nunca receberam seus vinhos.

E agora... por onde começar?

O que colecionar? Esqueça os troféus muito cobiçados e busque vinhos de regiões que os grandes colecionadores tradicionais ignoram.
Escolha um lugar que você ame (como Provença) ou vinhedos que você visitou.
 
 
FONTE: REVISTA EXAME
                                
Degustaçao Vinhos em Recife
 
Lisboa volta a bater recorde de certificações!
 
 
É um número histórico: no primeiro semestre de 2016, a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa (CVR Lisboa) certificou 8,5 milhões de garrafas, mais um milhão do que em igual período do ano passado, o que representa um crescimento de 13 por cento.
 
 
Este total assume ainda maior relevância por ser conseguido na sequência de um ano de enorme progressão nas certificações – com 32 milhões de garrafas, a CVR Lisboa anotou em 2015 um crescimento de 20 por cento face a 2014. “Estes resultados demonstram que há cada vez mais adeptos dos Vinhos de Lisboa e que o potencial de crescimento na certificação é elevado, pelo que a nossa expetativa é continuar a bater recordes em 2016”, garante Vasco d’Avillez, presidente da CVR Lisboa.
 
 
Os dados mais recentes do Instituto do Vinho e da Vinha (IVV), referentes à época 2015/16 (números actualizados até 30 de Março de 2016), colocam a região de Lisboa no segundo lugar da produção nacional, com mais de 1,2 milhões de hectolitos, apenas atrás do Douro (1,6 milhões) e tendo ultrapassado o Alentejo (1,15 milhões). Mas a região só certifica dois terços deste total – 815.352 hectolitos, entre vinhos com Denominação de Origem Protegida (DOP; 58.394hl) e vinhos com Indicação Geográfica Protegida (IGP; 755.958hl). Neste último campo, a CVR Lisboa lidera a nível nacional, com 41 por cento do total do vinho IGP certificado em todo o país, por contraste com as certificações DOP, que representam somente 2% desta categoria de vinhos em Portugal.
 
 
Contando com algumas das maiores exportadoras do país (casos, por exemplo, da Casa Santos Lima e da DFJ), a região de Lisboa coloca cerca de 75 por cento da sua produção no mercado externo. EUA, Norte da Europa, China, Brasil e África são os destinos mais importantes.
 
 
 
FONTE: REVISTADEVINHOS.PT
 
Enologos em Recife
 
5 vinícolas encantadoras para conhecer na Itália!

 
 
 
Visitar a Itália é sinônimo sempre de comer e beber bem e para os apaixonados por vinhos, o site de viagens Route Perfect selecionou 5 vinícolas para conhecer no país e se encantar.
 
A seleção traz desde vinícolas com séculos de tradição até as que possuem menos de 40 anos de fundação.

 
Veja nas imagens 5 vinícolas para se encantar na Itália!

Sommeliers em Pernambuco
Villa Vignamaggio, em Greve in Chianti

Localizada em Greve in Chianti, uma comuna na região da Toscana, a Villa Vignamaggio é uma charmosa vinícola fundada no século 14. São mais de 140 hectares de vinhedos onde são cultivadas diferentes espécies de uvas. A vinícola oferece tours para que os turistas provem os vinhos da casa e visitem a adega.
Associação dos Sommeliers de Pernambuco
Ceretto Aziende Vitivinicole, em Piedmont

Esta vinícola familiar em Alba possui tradição e um quê de modernidade.
Os vinhos, no entanto, não são a única atração do local, segundo o Route Perfect, o ambiente pitoresco encanta qualquer um que conhecer a vinícola.
Curso de Sommeliers em Recife
Planeta Ulmo, na Sicília

Uma das vinícolas mais famosas da região da Sicília, a Planeta Ulmo é ideal para quem deseja conhecer como funciona uma grande produtora de vinhos italiana.
Para conhecer o local, no entanto, a reserva precisa ser feita com bastante antecedência, alerta o Rout Perfect.  
Degustaçao Vinhos em Recife
Castello Banfi - Il Borgo, em Montalcino

Considerada uma vinícola nova, fundada em 1978, a Castello Banfi está localizada no coração da Toscana e fica aberta o ano todo para visitação. Além de conhecer os vinhedos e todo o processo de fabricação dos vinhos, a vinícola possui um dos hotéis mais luxuosos da região.
Associação dos Sommeliers de Pernambuco
Antinori Chianti Classico, em Florença

Localizada a apenas 20 km do centro de Florença, a Antinori Chianti é considerada uma das mais modernas vinícolas da Itália.O espaço conta com um museu com uma incrível coleção de arte e uma livraria.
Avenida Beira-Rio, 360 - 1601
81 98262-2200
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SOMMELIERS - PE
Ilha do Retiro
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